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Dicas importantes segundo experiências vivenciadas.

Conheça as ‘armadilhas’ mais comuns em boates de SP

Globo.com – www.globo.com

Furtos em casas noturnas caras e badaladas e em shows, como o da cantora Ivete Sangalo no Credicard Hall, em São Paulo, mostram que nem mesmo em um ambiente fechado, com segurança, o paulistano pode “baixar a guarda”. Delegados e especialistas em segurança ouvidos pelo G1 apontam quais as “armadilhas” mais comuns na noite paulistana e dão dicas de como evitar inconvenientes na hora da diversão.

“As pessoas têm de ficar atentas mesmo quando estão se divertindo. A diversão envolve precaução”, diz Carlos Mancusi, presidente da empresa que faz a segurança do Royal Club, no Centro da capital, onde no dia 24 deste mês foram detidos cinco jovens suspeitos de furtar pelo menos seis clientes.
» ‘Mão leve’

O furto foi apontado como o crime mais comum na balada. O ambiente escuro, com música alta, e aglomerações facilitam a ação de “gatunos”. A orientação é simples, mas às vezes difícil de ser seguida depois de algumas cervejas: ter atenção.

“O jovem deve ser cauteloso. Não carregar muitos documentos, nem excesso de cartões de crédito. Tem de evitar sair com uma carteira grossa. Se não for usar o telefone celular, melhor deixar na chapelaria”, sugere Jorge Lordello, delegado licenciado de São Paulo.

É comum que os criminosos sejam “parecidos” com os freqüentadores para facilitar a aproximação. Eles têm boa aparência e se vestem bem. Delegados ouvidos pelo G1 dizem que quem furta costuma estar acompanhado de, pelo menos, outra pessoa, o que também “disfarça” a ação.

O especialista em segurança pública Jorge Lordello alerta que as vítimas de furto não devem deixar de chamar os policiais e fazer um boletim de ocorrência. “Se você não fizer a ocorrência, a polícia não fica sabendo e não toma providências.”

Outra orientação é ter cuidado com a ingestão involuntária de drogas ou remédios. “Nunca beba drinks de pessoas que você não conhece. Hoje em dia, há malícia em quase todas as situações”, diz Mancuzi, do Grupo Titanium, especializado em segurança privada.

Jorge Lordello conta já ter ouvido de jovens uma prática para evitar essa situação. “Eles seguram a bebida tapando a boca do copo ou da garrafa. Não dá para deixar a bebida sozinha sobre a mesa.”

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