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Dicas importantes segundo experiências vivenciadas.

Sintomas de fraudes na empresa

Recebi e-mail de um leitor desta coluna semanal que fez desabafo, seguido de uma indagação: “Dr. Jorge, tenho uma micro-empresa e descobri que o funcionário no qual mais confiava estava desviando dinheiro. Estou chocado, sempre ajudei muito essa pessoa. Será que meu erro foi confiar demais nele?”. Tenho ministrado cursos sobre o tema em questão e sempre começo a explanação com a seguinte colocação: “Fraude interna e externa são eventos certos em toda empresa, independentemente do tamanho”. No entanto,  muitos empresários preferem negar a existência de desvios, ficando, assim, mais suscetíveis a ação dos criminosos. Essa atitude faz com que parte do lucro escape pelo ralo, de maneira lenta, mas contínua. Detectei quatro requisitos básicos para um funcionário público ou privado delinqüir: 1)Atratividade pelo lucro a ser obtido ilegalmente. 2)Oportunidade, ou seja, o funcionário percebe que não há controle nenhum de seus atos. 3)Disposição Emocional: o empregado não possui freio inibitório. 4)Sensação ou certeza de impunidade: acredita que dificilmente será descoberto ou preso. A experiência policial, somada a dezenas de entrevistas que realizei com vítimas e autores de fraudes, me permite relacionar alguns sintomas que podem identificar desvios e que devem ser analisados num contexto global, jamais separadamente: a)De uma hora para outra, o funcionário começa a pedir dinheiro emprestado a muitas pessoas. b)Presença permanente de cobradores e credores e contínuos telefonemas de cobranças. c)Cheques pessoais descontados e devolvidos pelo Banco, por algum motivo anormal (data errada, assinatura, rasura). d)Ser praticante de qualquer tipo de jogo de azar, sem possibilidade de arcar com os respectivos prejuízos. e)Ser amante da bebida alcoólica em excesso, do consumo de drogas, da vida noturna e de amigos com índole duvidosa. f)Adquirir mercadorias de valor incompatível com seu rendimento g)Negar-se a tirar férias e não aceitar promoções, com medo que descubram suas fraudes. h)Tentar explicar, sem sólida justificativa, o nível de vida que está levando. i)Outro detalhe interessante é a ocorrência de situação em que o funcionário se afasta, terminantemente, de algum ambiente onde a conversa seja fraudes na empresa.

JORGE LORDELLO
Pioneiro em Palestras “in company” sobre Segurança Pessoal e Patrimonial
Especialista em Segurança Pública e Privada
Palestrante e Conferencista
Escritor Internacional e Articulista com mais de 2500 artigos publicados
Pesquisador Criminal
Conhecida na mídia como “Doutor Segurança”
www.lordellotreinamento.com.br
jlordello@uol.com.br

 

 

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Obrigado por adquirir este produto do Método Lordello. Esperamos que tenha um ótimo aprendizado. Dispensar

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