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Dicas importantes segundo experiências vivenciadas.

Pedestre bobeou, marginal atacou

Os marginais estão inovando a cada dia, procurando sempre as brechas deixadas pelos transeuntes, principalmente os mais desatentos. Tomei ciência de três crimes que ocorreram no centro de São Paulo e que servem de alerta ao leitor.

1) Uma enfermeira andava por uma rua movimentada, quando seu celular tocou. Rapidamente parou, abriu sua bolsa e sacou o aparelho celular que não parava de soar. Era uma amiga convidando-a para o aniversário do marido, no final de semana. A conversa prolongou-se por vários minutos, onde a enfermeira permaneceu parada, segurando a bolsa desavisadamente. Repentinamente, surgiu um garoto, aparentando ser menor de idade, que em desabalada carreira, deu um tranco violento na vítima que veio a derrubar o celular e a bolsa no chão. Outro comparsa, com a rapidez de um corisco, subtrai os pertences da enfermeira que estavam caídos na calcada. O amigo leitor deve ter em mente que devemos atender ao telefone celular somente em lugares seguros. É natural que uma conversa telefônica tire a atenção do atendente, que passa a ficar envolvido com o bate papo, deixando de perceber o que esta acontecendo a sua volta.
2) Fiquei sabendo também que dois vendedores tiveram pochete e capanga subtraída ao transitarem a pé no Largo do Arouche/SP. O modus operandi é sempre o mesmo, um jovem dá um tranco por trás, desequilibrando a vítima que fica preocupada em não se machucar ao cair no solo, deixando seus pertences livres para a ação dos surrupiadores.
3) Outro caso pitoresco ocorreu com um homem de meia idade, que após sacar dinheiro no Banco, caminhava pela rua quando foi abordado por uma linda mulher que lhe indagou as horas. O homem, todo entusiasmado com a beleza da moca, ofertou o horário correto. Nesse instante a mulher disse: “O senhor tem fogo?”. O rapaz disse com ar irônico e galanteador: “Lógico querida” e foi tirando do bolso da camisa seu isqueiro, juntamente com o dinheiro que acabara de sacar. A bela moça abriu sua bolsa para pegar o maço de cigarros, mas retirou um spray que foi acionado contra os olhos da vitima que perdeu a visão por alguns segundos. Com extrema facilidade ela subtraiu o dinheiro que a homem largou no chão, tentando proteger sua vista.

Infelizmente a violência caminha incontroladamente. Portanto, devemos nos apoiar em recursos mais próximos e concretos e, para tal, a precaução continua sendo a melhor saída.

JORGE LORDELLO
Pioneiro em Palestras “in company” sobre Segurança Pessoal e Patrimonial
Especialista em Segurança Pública e Privada
Palestrante e Conferencista
Escritor Internacional e Articulista com mais de 2500 artigos publicados
Pesquisador Criminal
Conhecida na mídia como “Doutor Segurança”
www.lordellotreinamento.com.br
jlordello@uol.com.br

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Obrigado por adquirir este produto do Método Lordello. Esperamos que tenha um ótimo aprendizado. Dispensar

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