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Dicas importantes segundo experiências vivenciadas.

Extorsão virtual por causa de nudes

Inúmeros são os relatos de homens, a maioria deles comprometidos, que foram vítimas da bandidos digitais, e a mando deles, fizeram depósitos em dinheiro em contas bancárias. No entanto, poucos se socorrem da polícia; não desejam que o problema seja exposto a familiares, amigos e, principalmente, à pessoa com quem mantém relacionamento afetivo.

Realizei pesquisa criminal entrevistando dezenas de pessoas que caíram nessa armadilha digital. O modus operandi é bem parecido em todos os casos que analisei.

Homens são abordados por mulheres jovens, bonitas e insinuantes, através de “direct” das redes sociais e salas de bate papo com temas sexuais. As moças se apresentam carentes, sozinhas e com vontade de praticar sexo sem compromisso com homens maduros.

Logos após as primeiras conversas, migram para o Whatsapp ou Skype. Após ganharem a confiança dos escolhidos como vítimas da vez, propõe a troca de nudes em fotos e vídeos. Toda conversa em áudio e digitada, assim como as imagens, são copiadas.

O próximo passo dessas quadrilhas é investigar na internet sobre a vida das vítimas.

Quando obtêm informações de carater pessoal, tais como nome e perfil nas redes sociais da esposa ou noiva, pais, amigos, local de trabalho e etc, passam a exigir dinheiro em troca de não mostrar as imagens eróticas às pessoas conhecidas.

 

Os homens, apavorados, para evitar a situação embaraçosa e os possíveis dessabores, cedem à chantagem depositando valores que variam de R$ 2 mil a R$10 mil em contas bancárias fornecidas pelos criminosos.

O problema é que aqueles que cederam à pressão psicológica, nos dias seguintes foram pressionados a depositar mais dinheiro, prática essa conhecida nos meios policiais como “repique”. E a situação tende a se manter por longo tempo; novos contatos e repetidas exigências financeiras.

Essa prática delituosa caracteriza o crime de “extorsão”, com pena de reclusão, de quatro a dez anos, e multa.

Cabe neste ponto do texto a reflexão quanto aos inúmeros contos de estelionato onde a vítima incorre em prejuízo ao lhe ser proposta pelo vigarista, que se faz de incauto, vantagem ilícita. Ela “espertamente” aceita, mas é ludibriada. Como no caso do infiel, fica constrangida em se socorrer da polícia ou justiça, pois que foi pega com a boca na botija. Já dizia o mestre dos malandros, que a maior malandragem é ser honesto.

Eu diria que ser fiel também é essencial, além de seguro.

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